T20 Satélite | Exposição coletiva
T20 Satélite é um conceito de espaço itinerante e temporário, uma forma de levar a galeria sediada em Murcia, na Espanha, a diferentes cidades do mundo, renovando seus modelos expositivos e expandindo os limites físicos de seu espaço habitual. Nos últimos anos levamos a Galeria T20 para Londres e, pela primeira vez apresentamos este conceito de galeria satélite no Brasil, através da parceria com a Ybakatu, em Curitiba.
De 10 de dezembro de 2020 a 20 de fevereiro de 2021.

Quatro artistas espanhóis compõem esta mostra coletiva. Artistas com quatro linguagens diferentes que criam um diálogo comum baseado na arquitetura e na memória. A construção vista de diferentes formas é a base deste projeto de uma perspectiva crítica à vanguarda em que se gera e se desenvolve o trabalho de todos eles.
- Maria Carbonell – Colagens. 70 x 50 cm
- Maria Carbonell – Colagens. 70 x 50 cm
María Carbonell (Murcia 1980) experimenta texturas e materiais para nos contar sobre a relação entre indivíduo, paisagem e memória por meio de uma série de colagens em que questiona a realidade e seu significado, por meio de sobreposições de cores distantes e aleatórias.
- Fod – Papeles. 70 x 70 cm
- Fod – Papeles. 70 x 70 cm
Fod (Murcia 1974) parte de uma proposta de reivindicar a geometria, e reorienta a sua obra para um campo aberto em que as nuances pictóricas geram um ilusionismo através do qual abre um caminho de enorme intensidade também escultural.
- Miguel Fructuoso – Lienzos. 100 x 70 cm
- Miguel Fructuoso – Lienzos. 100 x 70 cm
Miguel Fructuoso (Murcia 1971) faz uma leitura hipercrítica da solenidade com que a arte se reveste em certas fases. Ele entende que esta fachada nada mais é do que uma rota de fuga ao vazio que se esconde por trás de grande parte da produção artística do século passado.
- Sonia Navarro – Courvin e costura. 70 x 54 cm
- Sonia Navarro – Courvin e costura. 70 x 54 cm
Sonia Navarro (Murcia 1975) trabalha em uma chave estética em que a superação dos esquemas formais das vanguardas históricas se apresenta como uma plataforma. Desse ponto de partida surge um imaginário em que a costura é o meio, e por sua vez, um fim reivindicativo.

Fotos: Gilson Camargo







